Nadadora campeã olímpica fez uma aterrissagem relâmpago na Praia da Pipa (RN), para conhecer os bastidores do maior rally das Américas, que larga amanhã. Andou em carro de competição e revelou desejo de retornar

Quinta-feira de poeira e lama para a rainha das águas. Na véspera da abertura oficial do Sertões 2021, a maior maratona off-road das Américas recebeu, em Pipa (RN), uma campeoníssima em outro tipo de maratona. Ana Marcela Cunha, ouro nos Jogos Olímpicos de Tóquio na prova de 10 quilômetros, conheceu de perto um universo diferente, mas igualmente fascinante para quem tem tatuada, numa das pernas, uma homenagem a Ayrton Senna. A nadadora baiana recebeu o carinho de toda caravana e foi homenageada simbolicamente com a medalha de ouro entregue aos campeões do rally.

“Desde que voltei do Japão tem sido tudo muito corrido, a ficha ainda está caindo, mas quero voltar com mais tempo no ano que vem. É muito bom viver essa energia nova para mim, ainda mais em um lugar tão lindo, fiquei muito feliz com o convite. Também gosto bastante da velocidade”, revelou Ana Marcela.

Que teve a chance de sentir um gostinho do desafio ao andar em um UTV no trecho escolhido para o prólogo que abre a disputa nesta sexta-feira. Ela não titubeou quando convidada pela organização a viver nos próximos anos a experiência de participar do rally ao volante, em uma ou mais etapas. “Claro que topo, contem comigo. Meu desafio de 2022 é o Mundial, em maio; depois tem lugar no calendário”.

A medalhista de ouro visitou a equipe R.Mattheis e conversou com Nelsinho Piquet, que disputa a prova nos UTVs. Conheceu ainda a estrutura do SAS, que oferece atendimento médico e odontológico às comunidades atravessadas pelo Sertões – um trabalho solidário que mostra que a prova vai muito além da competição e gera um importante impacto social por onde passa.

 

 

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